terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

O INVERNO 2009!!! CLÁSSICO





domingo, 19 de outubro de 2008






Homem sempre sofre no calor, né? É que a gente já tem menos opção para se vestir no dia-a-dia quando comparado ao vasto guarda-roupa feminio. E quando faz essa calor dos inferno que tem feito aqui em São Paulo, fica pior ainda. Mais difícil então, se você tem que se vestir para trabalhar.
Aquela história dos homens de terno, porém de shorts que começou a rolar em NY, parece muito moderna aqui para os homens brasileiros - infelizmente. E se não tem jeito de se livrar do convencional terno para hora de trabalhar, o jeito é prestar atenção nos materiais. Hoje já existem ternos de tecidos bem levinhos que, ainda que sejam bem formais, deixam o corpo respirar melhor. Hoje já existem uma imensa variedade de tecidos para todos os gostos e bolsos. Mas o truque é sempre fugir dos materiais sintéticos. Eles até podem ser mais baratos, mas não respiram tão bem e também acabam pegando cheiro mais fácil. Por isso, melhor sempre apostar naqueles de tecidos naturais.

The Sartorialist
E essa preferência pelos tecidos de fibras naturais não valem só para os ternos, tá? Vale para tudo, todos os looks. Outra coisa que vale a pena prestar atenção, agora já saindo um pouco dos ternos, é nas formas das roupas. Para o verão, é aconselhável peças mais soltas, nada muito ajustado ao corpo. Assim é mais fácil para ventilar, fica bem mais confortável e também ajuda a não marcar a roupa em caso de muito suor.
Outro truque para não deixar as marcas de suor aparecerem muito é prestar atenção nos tecidos e principalmente nas cores. Tem tecidos que absorvem mais água e demoram mais para secar. Enquanto algumas cores ficam mais escuras do que outras quando molhadas. Um exemplo clássico é o cinza, cor super criminosa em tempos muito quente, já que qualquer gotinha de água fica super aparente.
E já que estamos falando de verão e calor, vamos logo a dúvida mais frequente: bermuda para trabalhar, pode? A resposta depende muito do ambiente de trabalho. Se não houver nenhuma regra explícita, vale sempre a do bom senso.
Então dependendo do modelo de bermuda/shorts dá super para usar no trabalho. No Hypercool, blog do Sylvain Justum, tem um editorial ótimo mostrando vários modelos de bermuda (e looks completos) que funcionam super bem no trabalho e são bem confortáveis e frescos.

Looks Reserva, Ivan Aguilar e Redley verão 2009 Fotos Chic/Charles Naseh
Para trabalhar o mais aconselhável são os modelos mais secos - as largonas, mais utilitárias parecem casual de mais para uma ocasião de trabalho -, de preferência em tons mais escuros que é mais fácil de passar uma imagem elegante. No geral, é mais seguro investir num look monocromático, dificilmente dão errado. Mas não há nada de errado com as estampas. Bem pelo contrário, misturá-las (principalmente xadrezes e listras) de forma mais livre, mas sempre com bom senso, é mais do que aconselhável. Não deixam de ser elegantes e ainda transmitem um imagem cool e com um pouco mais de informação de moda.
Na parte de cima, se o ambiente de trabalho é mais liberal, mas ainda exige uma certa “formalidade casual”, o mais indicado é combinar a bermuda com uma camisa, pode ser lisa ou estampada. Se der para usar com um blazer, desses mais contemporâneos, mais desestruturados, de proporções levemente reduzidas, melhor ainda. Mas se o calor for muito, só a camisa funciona super bem.

O mercado de e-lojas cresce cada vez mais - vide as várias lojas e estilistas que criaram sua versão online como a Melissa, Zara, Herchcovitch e etc. Agora foi a vez da Osklen, com sua loja online que disponibiliza peças de coleções passadas e uma seção chamada Neo-Community, com conteúdo para download e webtv, muito bacana, vale a visita!
Outro fenômeno da Web são os e-brechós e as marcas independentes que vendem seus produtos através de sites, blogs e pelo Flickr. Um dos exemplos é a marca Playground People, de Bruna Zanardo, que participa de vários bazares e aceita encomendas das suas roupas e assessórios super fofos e modernos; vale também dar uma passada na Ana Smile Shop, que vende bottons super originais!
Vale sempre ficar pesquisando e descobrindo novas marcas que vendem pela internet, já que a rede tem se mostrado um ótimo caminho, tanto para grandes marcas como divulgar novos talentos de moda e design!
Por Brisa Issa

pensando no que vamos comprar + crise do fast-fashion?


Não é de hoje que o assunto de consumo consciente está em pauta. Desde que toda essa onde de sustentabilidade começou a ganhar relevância, vem se falando em formas de comprar menos compulsivas. Daí que agora, mais do que nunca, é hora de prestar atenção em como gastamos nosso dinheiro, principalmente com moda.
Com a crise financeira os mercados ficam malucos e super oscilantes, o que dificulta previsões precisas sobre o que vai acontecer no futuro. O jeito é tomar bastante cuidado com o nosso dinheirinho. É hora de re-pensar toda e qualquer forma de consumo e não só até a crise passar, mas para sempre. Afinal, a gente não quer que isso tudo aconteça de novo, né?
As meninas da Oficina de Estilo já disseram, o Style.com também, assim como Sarah Mower. Definitivamente não é hora de investir em looks muito trendy, que vão durar apenas uma temporada e depois nunca mais vai sair do armário. Muito menos de baixa qualidade. É melhor gastar um pouco mais numa peça de melhor qualidade, corte e formas mais tradicionais e cores mais discretas - assim dá para usar mais vezes sem ficar muito marcado. Desse modo a gente gasta uma vez só. Afinal peças que se encaixam nesse perfil tendem a durar mais de uma estação, além de poderem ser repetidas mais vezes.
E isso bate de frente com todo o fundamento fast-fashion que hoje vai além das redes tipo H&M e Zara, afetando do o ciclo da moda. Pensando sob esse ponto de vista, não é de se espantar a afirmação de Suzy Menkes que o fast-fashion tem seus dias contados. Afinal, não dá mais para ficar gastando $10 numa camiseta que a gente vai jogar fora depois da terceira lavagem, né?
A Ale Farah colocou um
vídeo faz pouco tempo no FilmeFashion falando que ultimamente as redes de fast-fashion abaixaram ainda mais os preços, só que levando a qualidade lá para baixo também.
O tema é bem paradoxal mesmo. Em tempos difíceis é natural a gente querer gastar o mínimo possível, logo comprando roupas mais baratas. Mas as vezes o preço mais baixo nem sempre vale a pena. Tem que prestar muita atenção na qualidade das roupas, no acabamento nos tecidos de quais são feitas. Caso contrário, é bem capaz que a peça não dure muito mais de umas três lavagens - por mais cuidadoso que você seja.
Sinceramente, não acredito que o fast-fashion vá desaparecer. Ao meu ver foi o ponto máximo da democratização de moda que começou lá na década de 60 com a popularização do prêt-à-porter (graças ao mestre Saint Laurent e sua Rive Gauche). E apenas uma pequena parcela dos consumidores leva em conta toda essa questão de qualidade, durabilidade e também de produção mais ética - sem trabalho escravo, sabe? Porém, isso tudo promete mudar agora com toda essa turbulência na economia.
De qualquer forma, ainda é muito cedo para dizer com certeza o que vai acontecer, e avaliar tudo de forma mais clara. Como dizia na matéria do Style.com, a gente só vai ver os reais efeitos dessa crise na moda, na próxima temporada, lá para janeiro. Afinal, por mais que sinais já tenham aparecido nesta estação, as coleções começaram a ser produzidas meses antes de tudo isso explodir.


sábado, 18 de outubro de 2008



Acho que todo mundo já deve ter visto que o estilista apareceu no final de seu desfile mês passado na NY Fashion Week usando um kilt, né? Enfim, parece que ele está adorando o look. Tanto que já repetiu algumas vezes. E o interessante é que além de combinar a peça - que por si só já não é tão feminina quanto a camiseta-vestido - com elementos masculinos, no caso uma camisa branca - ele também mixou com um coturno, dando um ar mais agressivo para o look.

domingo, 12 de outubro de 2008



Ilusão de ótica
Sentiu que está fora de forma, precisando disfarçar aqueles quilinhos a mais por conta da cervejinha ou da falta de exercício?
*Uma solução simples é investir nas listras verticais, seja em camisas ou ternos.
*A padronagem, um clássico do guarda-roupa masculino, pode ainda deixá-lo mais alto!
* A boa notícia é que, para o verão 2009, várias marcas européias estão apostando nas listras, algumas bem largas, como Paul Smith, Dolce & Gabbana e Gucci. *Dê uma olhada nas roupas e se inspire:
Por Hermano Silva